Queridos amigos | dear friends,
Nesse próximo mês entro no Teatro Cacilda Becker (Rio de Janeiro) como diretor artístico em parceria com Marta Vieira e Dyonne Boy na produção e Marcela Levi e Lucía Russo em colaboracão na curadoria. Um time lindo.
Next month I become the artistic director of Teatro Cacilda Becker (Rio) together with Marta Vieira and Dyonne Boy in the Production and Marcela Levi and Lucía Russo in a collaborative curatorship. A beautiful team.
Sua presença lá no Manifesta! Cacilda será _______.
Your presence there at Manifesta! Cacilda shall be_______.
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Sunday, August 21, 2011
Manifesta! no/at Cacilda Becker - ABERTURA - OPENING
Manifesta!
Eu pensava que o século 21 seria, com esperança, mais como uma conversa, e talvez que isso em si fosse um tipo de manifesto ou algo do gênero. Eu estou até usando com cuidado essa palavra. Eu só acho que o século XX era tão seguro de si que espero que o 21 seja menos. E que parte disso seja para ouvir o que as outras pessoas têm a dizer e entrar em diálogo e não para se levantar e imediatamente declarar sua intenção.
Tino Seghal
Uma declaração pública de princípios e intenções, um alerta ou denúncia de um estado, de uma época, uma aposta em alternativas e em possíveis mundos, uma convocação de comunidades, um nós que fala para um nós maior, chaves para o futuro comum.
O século XX foi marcado por importantes manifestos artísticos que lançavam para toda uma sociedade as bases de uma nova perspectiva estética e ética do mundo, um mergulho no escondido do real para recriar a história, refazer realidades e multiplicar contextos.
Ligados ao modernismo e a uma assertiva do mundo pelas ações de um grupo de artistas, os manifestos, no entanto, perderam o seu caráter artístico e político de outrora em favor de uma ênfase maior no teor político de uma ação em comum.
Para além de nostalgias, o projeto Manifesta se inspira nos manifestos de arte antes de tudo como marca de existência e voz de uma comunidade em especial, a dos artistas da dança, um dialogo entre pares potencializado na sua partilha pública. Diálogo como conversa que se estabelece entre duas ou mais pessoas, entre linhas, entre corpos, entre ações, entre histórias, entre memórias, entre inventos, entre falas, entre linguagens. Uma ocupação que propõe um espaço e um tempo para diálogos, entendemos o diálogo como um espaço/tempo de desarticulação, de confronto, de encontro, de mistura, de partilha, de tensão, de fricção, de descoberta, de vibração, de turbulência, de deslocamento, de movimento. Um espaço MANIFESTO.
Com uma programação pensada com o fundo do que os manifestos podem ainda suscitar e provocar em termos de diálogo, confronto e partilha de idéias e visões, Manifesta vai buscar na parceira com um grupo de artistas e pensadores, o meio ideal de ocupar, habitar e compartilhar com o público esse presente comum.
Eu pensava que o século 21 seria, com esperança, mais como uma conversa, e talvez que isso em si fosse um tipo de manifesto ou algo do gênero. Eu estou até usando com cuidado essa palavra. Eu só acho que o século XX era tão seguro de si que espero que o 21 seja menos. E que parte disso seja para ouvir o que as outras pessoas têm a dizer e entrar em diálogo e não para se levantar e imediatamente declarar sua intenção.
Tino Seghal
Uma declaração pública de princípios e intenções, um alerta ou denúncia de um estado, de uma época, uma aposta em alternativas e em possíveis mundos, uma convocação de comunidades, um nós que fala para um nós maior, chaves para o futuro comum.
O século XX foi marcado por importantes manifestos artísticos que lançavam para toda uma sociedade as bases de uma nova perspectiva estética e ética do mundo, um mergulho no escondido do real para recriar a história, refazer realidades e multiplicar contextos.
Ligados ao modernismo e a uma assertiva do mundo pelas ações de um grupo de artistas, os manifestos, no entanto, perderam o seu caráter artístico e político de outrora em favor de uma ênfase maior no teor político de uma ação em comum.
Para além de nostalgias, o projeto Manifesta se inspira nos manifestos de arte antes de tudo como marca de existência e voz de uma comunidade em especial, a dos artistas da dança, um dialogo entre pares potencializado na sua partilha pública. Diálogo como conversa que se estabelece entre duas ou mais pessoas, entre linhas, entre corpos, entre ações, entre histórias, entre memórias, entre inventos, entre falas, entre linguagens. Uma ocupação que propõe um espaço e um tempo para diálogos, entendemos o diálogo como um espaço/tempo de desarticulação, de confronto, de encontro, de mistura, de partilha, de tensão, de fricção, de descoberta, de vibração, de turbulência, de deslocamento, de movimento. Um espaço MANIFESTO.
Com uma programação pensada com o fundo do que os manifestos podem ainda suscitar e provocar em termos de diálogo, confronto e partilha de idéias e visões, Manifesta vai buscar na parceira com um grupo de artistas e pensadores, o meio ideal de ocupar, habitar e compartilhar com o público esse presente comum.
Friday, June 3, 2011
Lab Migraciones, Matadero, Madrid
LABORATORY SOCIAL SPACES
MIGRACIONES ESCÉNICAS
Artea organiza un laboratorio experimental para creadores e investigadores escénicos.
Desde el 08 de Junio
al 12 de Junio
Lugar: El taller
Institución:
Matadero Madrid
Miércoles 8 de junio, 19:00 h.
Domingo 12 de junio, 12:00 h.
[ver + fotos]
Migraciones escénicas es un laboratorio experimental para creadores e investigadores escénicos organizado por Artea y que se lleva a cabo en el Museo Reina Sofía y Matadero Madrid.
Se abre un espacio de reflexión colectiva a través de investigaciones en los ámbitos de la danza, la coreografía, el activismo social y la arquitectura. Sus investigaciones se centran en la etapa del proceso que genera la presentación de un producto cerrado final. Consideran este proceso como una etapa porosa y de inestabilidad, entendiendo estas características como ventajas creativas y creando así un espacio excelente en el que discutir y reflexionar sobre herramientas, procedimientos y métodos de trabajo.
El Laboratory Social Spaces trata, en concreto, de dotar de una visión práctica a la dimensión social de las artes escénicas. Para ello se comienza por el elemento más básico: la escena, que más allá de la ficción ofrece siempre una situación: la de estar juntos y compartir un mismo espacio y tiempo, mientras dure el espectáculo. Estudian diferentes estrategias para trabajar con este eje transversal de relación entre espectadores y creadores.
El laboratorio propone dos encuentros con creadores que compartan entre sí y con el público interesado sus procesos de trabajo. El primero, el miércoles 8 de junio, con la performer Alice Chauchat. El segundo, el domingo 12 de junio: el coreógrafo brasileño Gustavo Ciriaco y el arquitecto mexicano Lorenzo Rocha presentan sus investigaciones.
>Coordinan: Victoria Pérez Royo
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About Me
- Gustavo Ciriaco
- Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brazil
- Rio de Janeiro. I am a performing artist and art maker coming from dance. I love to dialogue with the historical, material and affective context we are immersed in any given situation. As art form, my work goes from multimedia stage conceptual work to convivial and open-air pieces. It strikes me the awareness and fictions arising from the sublime of daily situations, its materiality, the reference points that we cling to and build up our relation to reality and how meaning grows from this. contacts: gustavociriaco@gmail.com | marine@elclimamola.com


